Neste
episódio, Andréa Brandão recebe o escritor e colunista desta revista Rogers
Silva, nascido e residente em Uberlândia-MG, para uma conversa sobre
literatura, criação artística e seus projetos que transitam entre os livros e os
filmes.
Rogers Silva
publicou contos, crônicas e artigos de opinião em sites, revistas, jornais e
coletâneas. Em 2012, lançou Manicômio (contos e novelas), sua primeira obra literária, que
está em 2ª edição em formato e-book. É também cofundador e
colunista da Revista O Bule, espaço dedicado à literatura, ao cinema, às artes.
No final de 2025, Rogers lançou seu segundo livro de contos, Ensaios
sobre a total libertação (Editora Folheando) e seu primeiro
curta-metragem, Estátuas sobre túmulos. Para 2026, pretende lançar seu
segundo curta-metragem, Hoje eu pensei em você.
Uma conversa
para quem gosta de literatura, cinema e, principalmente, de conhecer os
bastidores de quem transforma ideias em arte!
Whisner
Fraga é mineiro
de Ituiutaba. Autor dos livros usufruto de demônios (Ofícios Terrestres,
contos, 2022, finalista do Prêmio Jabuti), usufruto
de ruínas (Ofícios
Terrestres, contos, 2023), as fomes inaugurais (Sinete, contos, 2024), entre outros. Teve
contos traduzidos para o inglês, árabe e alemão. É responsável pelo canal
“Acontece nos livros”, no YouTube, em que fala sobre obras da literatura
brasileira.
Whisner Fraga é mineiro
de Ituiutaba. Autor dos livros usufruto de demônios (Ofícios
Terrestres, contos, 2022, finalista do Prêmio Jabuti), usufruto de ruínas (Ofícios
Terrestres, contos, 2023), as
fomes inaugurais (Sinete, contos, 2024), entre outros. Teve
contos traduzidos para o inglês, árabe e alemão. É responsável pelo canal
“Acontece nos livros”, no YouTube, em que fala sobre obras da literatura
brasileira.
A identidade
literária de Rogers Silva não pode ser dissociada de sua origem no bairro
Alvorada, em Uberlândia, Minas Gerais. Sua trajetória é marcada por uma
transição significativa da sobrevivência econômica para o rigor da academia.
Durante sua juventude, Rogers atuou como vendedor de pamonha, laranjinha
(geladinho), sorvete, pastel, uma experiência que ele descreve como fundante
para sua percepção da realidade urbana e das dinâmicas sociais. Esta vivência
na periferia urbana de Uberlândia forneceu-lhe uma "biblioteca de
vivências" que, anos mais tarde, seria transmutada em ficção.
A educação
de Rogers deu-se integralmente em instituições públicas, com destaque para a
Escola Estadual Lourdes de Carvalho, do Bairro Alvorada, Uberlândia/MG. Um
ponto de inflexão crucial em sua jornada foi o início tardio da leitura
literária. Diferente de muitos escritores que crescem cercados por livros, ele
só teve seu primeiro contato profundo com a literatura aos 18 anos,
impulsionado pela necessidade de preparação para o vestibular de Letras na
Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Esse encontro tardio com autores como
Machado de Assis, Lygia Fagundes Telles e Carlos Drummond de Andrade não foi um
impedimento, mas sim um catalisador de um interesse voraz que o levou a se
dedicar tanto à escrita de ficção quanto à escrita de textos acadêmicos sobre
literatura.
O percurso
acadêmico de Rogers Silva influenciou diretamente sua produção criativa. Entre
2013 e 2021, ele viveu um hiato na ficção para dedicar-se à escrita técnica e
acadêmica, produzindo resenhas, artigos, tese, etc. Este período de silêncio
criativo ficcional foi, na verdade, um momento de maturação estilística. O
estudo profundo de Carlos Drummond de Andrade, tema de seu doutorado,
permitiu-lhe compreender a mecânica da poesia e da prosa curta, influenciando a
densidade e a precisão de seus novos textos.
Quer conhecer
um pouco mais sobre Rogers Silva, escritor e colunista d’O Bule? Acesse o Vozes
do Cerrado!
Crisântemo, de Rogers Silva e
Gustavo Coelho, é o ponto de partida para um bate-papo sobre como a literatura
e o rock se fundem para narrar a superação de traumas e a busca pela sanidade.
Mergulhe
fundo nessa "sinfonia existencial" e descubra como a escrita pode ser
um refúgio para o luto traumático de Carlos, o protagonista, que transforma o
silêncio em um grande ruído e se apoia na arte para processar essa dor.
Descubra:
a estrutura diferentona da
obra, onde cada capítulo é batizado com um clássico do rock, de Alice in Chains
a Legião Urbana;
o funcionamento da escrita
a quatro mãos: Rogers, doutor em Estudos Literários, e Gustavo, apaixonado pela
cultura Geek e designer da capa, revelam como foi o processo criativo
compartilhado dessa narrativa impactante;
como as letras das músicas
espelham o estado mental do personagem e criam uma verdadeira playlist
emocional para o leitor.
É uma
conversa fundamental sobre saúde mental, o poder da amizade e a força da
literatura produzida no Brasil!
Se você
perdeu essa conversa ou quer rever cada detalhe, o episódio completo já está
disponível no Youtube:
Whisner
Fraga é mineiro
de Ituiutaba. Autor dos livros usufruto de demônios (Ofícios Terrestres,
contos, 2022, finalista do Prêmio Jabuti), usufruto
de ruínas (Ofícios
Terrestres, contos, 2023), as fomes inaugurais (Sinete, contos, 2024), entre outros. Teve
contos traduzidos para o inglês, árabe e alemão. É responsável pelo canal
“Acontece nos livros”, no YouTube, em que fala sobre obras da literatura
brasileira.
Whisner
Fraga é mineiro
de Ituiutaba. Autor dos livros usufruto de demônios (Ofícios Terrestres,
contos, 2022, finalista do Prêmio Jabuti), usufruto
de ruínas (Ofícios
Terrestres, contos, 2023), as fomes inaugurais (Sinete, contos, 2024), entre outros. Teve
contos traduzidos para o inglês, árabe e alemão. É responsável pelo canal
“Acontece nos livros”, no YouTube, em que fala sobre obras da literatura
brasileira.
"Várias pessoas vinham me dizendo: 'Poxa, você tem que ler esse livro! O livro é fantástico, o romance é maravilhoso, eu nunca li nada igual.' Eu percebi que havia uma certa unanimidade em torno desse romance. Esperei um pouquinho a poeira baixar para conferir. Li, enfim, A mais recôndita memória dos homens, de Mohamed Mbougar Sarr. Esse livro foi ganhador do Prêmio Goncourt em 2022 e saiu aqui, pelo menos essa edição que eu li, pela Fósforo em 2023. E você? Você leu esse livro? O que achou? Você tá com vontade de ler? Vamos bater um papo a respeito desse livro?"
Whisner Fraga é mineiro de Ituiutaba. Autor dos livros usufruto de demônios (Ofícios Terrestres, contos, 2022, finalista do Prêmio Jabuti), usufruto de ruínas (Ofícios Terrestres, contos, 2023), as fomes inaugurais (Sinete, contos, 2024), entre outros. Teve contos traduzidos para o inglês, árabe e alemão. É responsável pelo canal “Acontece nos livros”, no YouTube, em que fala sobre obras da literatura brasileira.
Whisner
Fraga é mineiro
de Ituiutaba. Autor dos livros usufruto de demônios (Ofícios Terrestres,
contos, 2022, finalista do Prêmio Jabuti), usufruto
de ruínas (Ofícios
Terrestres, contos, 2023), as fomes inaugurais (Sinete, contos, 2024), entre outros. Teve
contos traduzidos para o inglês, árabe e alemão. É responsável pelo canal
“Acontece nos livros”, no YouTube, em que fala sobre obras da literatura
brasileira.
Resenha
literária do livro "Morra, amor" (2019, Editora Instante) da
escritora argentina Ariana Harwicz, originalmente publicado em espanhol como
"Matate, amor" (2012).
O livro é a
primeira parte da trilogia "Trilogia da Paixão" de Ariana Harwicz. A
obra, embora curta e de linguagem acessível, possui uma prosa arrojada e não
tradicional, utilizando extensivamente o fluxo de consciência para narrar a
vida de uma mulher e sua família.
Whisner
Fraga é mineiro
de Ituiutaba. Autor dos livros usufruto de demônios (Ofícios Terrestres,
contos, 2022, finalista do Prêmio Jabuti), usufruto
de ruínas (Ofícios
Terrestres, contos, 2023), as fomes inaugurais (Sinete, contos, 2024), entre outros. Teve
contos traduzidos para o inglês, árabe e alemão. É responsável pelo canal
“Acontece nos livros”, no YouTube, em que fala sobre obras da literatura
brasileira.
"O escritor do livro tem por hábito tomar suas
xícaras de café, para espantar as emoções que transcorreram junto com a
passagem do tempo e dos dias, quase como para espantar a solidão, no seu ato
compulsório de encontrar prazer e recompensa no ato de beber estas xícaras
quentes."
🎁Sabia que você pode ajudar O Bule (a continuar a ferver) com uma doação de qualquer valor (qualquer valor mesmo, viu💰)? Basta
A ideia deste livro veio de uma
derivação. Eu já tinha pronto e no prelo, para sair, a minha Antologia
Poética. Acontece que era um projeto maior, que cobria grande parte da
minha produção poética ao longo destes exatos 36 anos de estrada literária, a
contar da data da publicação do meu primeiro livro, 1986. Nesse ínterim surgiu
a possibilidade da inscrição em Ervália, MG, minha terra natal, numa iniciativa
cultural no âmbito da Lei Aldir Blanc. Remodelei meu projeto, enxuguei-o ao
máximo para se enquadrar aos valores e parâmetros estabelecidos pela Lei e o
inscrevi ao certame. Foi escolhido e agora ele é este livro que você tem nas
suas mãos. Acolha-o, como se acolhe um protótipo de algo maior, mas que, no
entanto, pode ter a certeza de que ele é autônomo e traz todas as
características específicas a si mesmo e nada fica a desejar ao corpo maior de
onde foi extraído. Se lhe achares qualidades serão as qualidades da Antologia
Poética. Se lhe achares defeitos serão os mesmos da obra-mãe. Como se num
filho você já encontrasse todas as qualidades e defeitos dos seus pais. O
pedigree é o mesmo e o cavaco não voa longe da tora de madeira. Então,
convido-o a pegar sua machadinha e começar a escalavrar. Talvez encontre
elementos interessantes que valha a pena seu mínimo esforço de tentar. Espero
que sim e então já terá valido a pena, conterrâneos desta cidade utópica, em
que amamos nos dissolver e encontrar aquele menino franzino da nossa infância perdida.
Se algum dia crescermos aí poderemos talvez alçar voos maiores, numa Antologia
Poética ou mesmo numa Obra Completa. A literatura estará sempre à
nossa espera.
Edição: França & Gory
Seleção e Revisão: Milton Rezende
Produção: Francisco de Assis Campos e Maria José Rezende Campos
Capa e diagramação: Ricardo A. O. Paixão
Gênero: poesia e prosa poética
Formato: 16x23
Ano: 2022
Páginas: 106
Pólen soft 80
Anímica
quando eu tinha todos os movimentos
eu era sol entre nuvens aves de arribação qualquer coisa de menos sólida por haver. eu via cachoeiras em meus sonhos remanso de rios pedra grande de sentar menino
Milton Rezende nasceu em Ervália (MG). Viveu parte da sua vida em Juiz de Fora (MG),
onde foi estudante de Letras na UFJF. Funcionário público aposentado,
atualmente reside em Campinas (SP). Sua obra consiste em treze livros
publicados, entre os quais Inventário
de Sombras (Multifoco,
2012), A
Magia e a Arte dos Cemitérios (Penalux, 2014), Mais uma xícara de café (Penalux, 2017), O jardim simultâneo (Penalux, 2013) e Anímica (Penalux, 2022). Possui o site www.miltoncarlosrezende.com.br.
Caso se interesse pela web-oficina completa (com conteúdo exclusivo, tutoria e correção de atividades), basta requerer o plano de curso pelo e-mail coisasprobule@gmail.com
Espalhe-se a ideia, tão simples quanto ambiciosa: transformar o dia 31 de outubro, data de nascimento de Carlos Drummond de Andrade, num dia de grande comemoração.
Nas escolas, universidades, livrarias, bares, museus, TVs, rádios, centros culturais e mesmo em solidão, não importa onde e como, que todos se lembrem de festejar Drummond e a sua poesia.
Um outro dia D, para apagar a guerra e saudar a liberdade, a imaginação, a aliança entre os homens de boa palavra.
Dia de festa, para a qual outros poetas devem ser convidados, claro. D é dia de todos, dia dado de bom grado por aquele que nos deu A rosa do povo, Claro enigma, A vida passada a limpo e tantas outras maravilhas.
Dia D. Dia de Drummond
Lygia Fagundes Telles lê poema de Carlos Drummond de Andrade
Leitura em vários idiomas do poema "No meio do caminho", de Carlos Drummond de Andrade.
Neste terceiro volume da coleção Amores Expressos, Luiz Ruffato revela sua mão segura e inventiva ao narrar a história de Serginho, mineiro desiludido com o casamento e a falta de emprego que decide se aventurar em Portugal, em busca de redenção financeira e, quiçá, amorosa.